-Encenar a história do «diabo e da diaba» em Amarante, fazer participar os grupos locais, envolver a população na estória antes, durante e depois
-Renovar a tradição garantido viabilidade ao projecto de identidade cultural, conceito cénico e ciclo de visitação de «turistas» «curiosos» e novos «fãs»
-Fomentar novo público e novas oportunidades na região.
-Valorizar a tradição oral contemporânea, as expressões pitorescas e o imaginário popular, enaltecer as paisagens sonoras da festa e da vida ( ecologia urbana _a cidade.)
-Devolver a recolha (material existente sobre a festividade_ herança) com nova roupagem estética que sirva o guião, e a dramaturgia, constituindo se ela própria como _interprete para as dimensões possíveis da identidade(s) produzida hoje no contexto local e internacional.
-Reparar o movimento e a gestualidade popular, a memória do gesto, o património do movimento, de forma a constituir o publico em actor, o espec|a|ctor , entidade performativa e operacional no envolvimento do jogo do actor e força da dramaturgia (través do envolvimento de figurantes e figuração especial).
-O espect|actor, participante na dramaturgia da festa, acto para o desenvolvimento de uma identidade colectiva para as novas tradições (público em geral).
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Sinopse
O acto parateatral popular “diabo e diaba ” é uma encenação comunitária que cumpre com uma estrutura em forma de desfile encenado com diferentes “carroças”ou máquinas de cena, blocos de figurantes ou actores, profissionais ou participantes voluntários, que desfilando percorrem a rua principal até chegarem ao largo principal para aí juntando o público-espectador, levar em cena uma montagem enérgica, inovadora e profissional, interpretando de forma aberta mas perfeitamente perceptível “que conta a historia precisa” dos diabos de Amarante, através de meios clássicos, narrador, actores, figurantes e cenografia, mas absolutamente inovador, radical e insólito do ponto de vista da dramaturgia, encenação e conteúdo dos mesmos, salientando-se um palco não convencional constituído por duas torres unidas por uma passerelle que permite “elevação”e visibilidade, a iluminação tem como base fogo e efeitos especiais, e um projecto multimédia com vj (mistura de vídeo) e projecções da responsabilidade do realizador Tiago Pereira ( Mandrake; documentário sobre as praticas e superstições, mesinhas, as projecções vídeo em grande formato (nas paredes do Edifício Religioso) .
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